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Planejamento Anual:

1.0 Apresentação.

O Projeto PIA – AABB Comunidade de Capanema por intermédio de Oficinas de esporte; Oficinas de Artesanato; Oficinas de Musica; Oficinas de Cidadania; Oficinas de Cultura, sendo que os mesmos contribui na inserção social de crianças e adolescentes carentes de forma que possam construir uma perspectiva de vida mais digna, consolidando a conquista de seu espaço na sociedade em que vivemos. Através das nossas aulas, procurar proteger seus integrantes das situações de vulnerabilidade na qual se encontravam. Mostra-se um mundo diferente para os mesmos, onde possam ter oportunidade de escolher novas alternativas de vida.

1.1 Planejamento anual por curso.

1.2 Propostas.

Contribuir para a formação das crianças e adolescentes, visando o seu preparo para o exercício da cidadania, oportunizando o atendimento assistencial, oriundos de famílias de baixa renda.

Contribuir para a inclusão, não repetência e permanência escolar.

Contribuir na formulação de políticas sociais que contemplem ações de entendimento integral, conforme preceitua o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Contribuir para a consolidação da conquista de seu espaço na sociedade em que vive.

Contribuir para o resgate da auto-estima, possibilitando assim que essas crianças e adolescentes tornem-se protagonistas de seus direitos.

1.3 Planejamento.

1.3.1 O planejamento é o caminho a seguir numa busca com trabalhos concretos e tendo perspectiva do cumprimento total.

1.3.2 O Projeto Piá – AABB Comunidade é dividido por turmas, sendo turma 1, turma 2, turma 3 e turma 4.

1.3.3 Contendo nas turmas 1 e 2, doze educandos.

1.3.4 Turmas 3 e 4, treze educandos. Sendo manhã e tarde.

1.4 PLANEJAMENTO ANUAL POR OFICINAS.

1.4.1 METAS PARA O ANO DE 2011.

Fazer com que o Educador Social compreenda que o planejamento deve ser discutido entre os Educadores e por todos os envolvidos no processo educativo quer seja família, escola ou comunidade.

Refletir com os educandos, que somente o planejamento participativo será capaz de promover a construção de projetos que atendam, de fato, às necessidades do Programa.
(Professor Carlinhos Martine)

EDUCADOR SOCIAL: Paulo de Lima Gonçalves.

MÚSICA.

Concepção de Disciplina:

A Área de música, dada a própria natureza de seu objeto de conhecimento, apresenta-se como um campo privilegiado para o trabalho com a diversidade cultural dos povos que expressam a riqueza criadora dos artistas de todos os tempos e lugares.

Essa variedade oferece um vasto campo que pode ser perfeitamente explorado nos educandos com uma linguagem simples, mas de muito objetivo. Oxalá quem sabe pode ser uma as saídas para a educação que vive um momento conturbado.

Metodologia:

O processo de conhecimento dentro da área artística se dá especialmente por meio de resolução de problemas, assim como nas outras disciplinas do currículo escolar.

A intervenção do professor abarca diferentes aspectos e caracteriza-se como atividade criadora e lúdica, como princípio de que ele é, antes de mais nada, um educador intencionalmente cria, brinca, sente, pensa e transforma. A intervenção pode-se dar em situações como:

* A organização do espaço e do tempo de trabalho;

* Os instrumentos de registros e documentação das atividades dos alunos;

* A pesquisa de fontes de instrução e de comunicação em música;

* A história da música e do violão;

Objetivos:

Efetivar as diferentes formas de aquisição de conhecimento, estimular a fala, desinibir e desenvolver as expressões, facilitar a comunicação e o aprendizado; descontraindo o ambiente e caminhar junto com a sistematização do processo de aprendizagem do Projeto.

Criar para o educando uma oportunidade de quem sabe um dia ter uma profissão para ganhar a vida, é uma oportunidade a mais que ele tem, não somente como profissional mas como um hobby e prazer.

CONTEÚDO:

TURMA 04.

* Histórico do violão;

* Conhecer as partes de um violão (cordas, casa, tampo, braço, tarraxas, trastes);

* Notas básicas do violão (C,D,E,F,G,A,B);

* Aprender a manipular o violão;

TURMA 03.

* Introdução as cifras (músicas);

* Escalas maiores;

* Introdução a músicas;

* Conhecimento de musicas cifradas;

TURMA 02.

* Escala menores;

* Introdução ao coral;

* Praticas de recital;

* Cantos religiosos;

* Solos;

* Acompanhamento;

TURMA 01.

* Unificação de coral e recital;

* Solos e Acompanhamento;

* Criação de Grupos para Apresentações;

* Viagens e Apresentações Culturais;

* Especialização em programas eclesiásticos (missa, cultos);

Observação: Novos conteúdos podem ser incluídos com o desenvolvimento do curso.

1.4.2 Planejamento Semanal.

Planejamento Participativo.

Fazer com que o Educador Social compreenda que o planejamento deve ser discutido entre os Educadores e por todos os envolvidos no processo educativo quer seja família, escola ou comunidade.

Refletir com os educandos, que somente o planejamento participativo será capaz de promover a construção de projetos que atendam, de fato, às necessidades do Programa.
(Professor Carlinhos Martine)

Segunda-Feira 03 de outubro de 2011.

EDUCADOR SOCIAL: Paulo de Lima Gonçalves.

Dia especial na elaboração de planejamento de todos os trabalhos que serão realizados durante a semana, esse trabalho é debatido entre todos os envolvidos no processo educativo. Esse planejamento participativo tem como objetivo contemplar o pleno desenvolvimento da cidadania entre os educandos. É o momento da busca do conteúdo a ser aplicado religiosamente durante toda a semana.

PLANEJAMENTO.

AULA CORAL - Sexta-Feira, 07 de outubro de 2011.

OBS: Preparação para a novena do dia 12 de outubro. Haverá ensaio envolvendo o recital e também o coral.

Planejamento Participativo:

Pressupõe distanciar-se da prática do trabalhar para, para aventurar-se na prática desafiante de trabalhar com...

Educandos atendidos 100
Educadores 07
OBS:

Paulo de Lima Gonçalves - Educador
Carlos Cezar Martine - Coordenador – Diretor

Planejamento Anual - 2011.

Educador: Evonir Vidotte.

Conteúdo: Bordado.

Concepção da Oficina de Bordado.

A história do bordado origina-se com o bordado ponto cruz, cujos registros históricos remontam na pré-história. No tempo em que os homens moravam em cavernas, o ponto cruz era usado na costura das vestes, feitas de peles de animais. As agulhas eram feitas de ossos e no lugar das linhas eram usadas tripas de animais ou fibras vegetais.

Existem relatos de que o bordado seja tão antigo quanto a humanidade e de que o bordado com aplicações já era apreciado pelo homem há 30 mil a.C. A base disso seria um fóssil, encontrado na Rússia, que tinha as vestes adornadas com grânulos de marfim.

Como a maioria das outras artes têxteis e dos trabalhos com agulhas, várias técnicas da arte dos bordados surgiram no Oriente Médio.A arte dos bordados manuais com suas variadas técnicas, ainda é bastante utilizada nos dias atuais em todo o mundo.

O bordado é uma arte milenar que, mesmo tendo passado por várias transformações nos seus processos de fabricação, não perdeu a sua essência e através dos avanços tecnológicos tornou-se uma excelente fonte de renda.

Objetivo geral (Anual).

O objetivo com os educandos do PROJETO PIA - AABB COMUNIDADE, vem resgatar antigas técnicas de bordado com o educando, instruindo o mesmo a saber manusear a agulha, exercitando assim a coordenação motora, as habilidades manuais e a imaginação, promovendo a concentração, e a percepção da construção gradativa do seu conhecimento para um novo modo de pensar uma nova vida.

Metodologia.

O tecido que se dá ao educando vai se transformando com a linha em um lindo bordado, o trabalho na construção de uma técnica segundo Paulo freire a motricidade fina que o educando vai desenvolver é através do construir não apenas de imagens que nos falam “ costuradas “ sobre pano, mas, acima de tudo o que se descortina, é o entendimento do bordar como um passo a passo mais próximo de uma reflexão sobre o que significa o ato de fazer. O tempo de bordar torna-se o do próprio viver. O objetivo da AABB-COMUNIDADE PROJETO PIA vem na busca desta visão a amparar o educando em forma de renda para sua própria sobrevivência.

Através de técnicas acompanha e desenvolvida passo a passo pelo educador o educando irá aprender a fazer o simples pano em algo admirável e mostrar o seu potencial na sociedade onde vive.

Conteúdo.

Turmas 1 e 2.

* Tear
a) Técnicas de manuseio com a lá
b) Técnicas de manuseio com a agulha
c) Manuseio com bastidor

* Bordado
a) Pano xadrez
1- Habilidades com agulhas e linha
2- Entendimentos de gráficos
b) Noção de direção e posição conforme o desenho
1- Horizontal
2- Vertical

Conteúdo.

Turmas 3 e 4.

* Ponto cruz
a) Técnicas de manuseio com a linha
b) Técnicas de manuseio com a agulha
c) Técnicas de manuseio com o pano
d) Habilidades com agulhas e linha
e) Entendimentos de gráficos
f) Concentração
g) Raciocínio lógico
h) Exposições e demonstrações de trabalhos para a sociedade
i) Noção de direção e posição conforme o desenho
1- Horizontal
2- Vertical

Capanema, 02 de Fevereiro de 2011.

Planejamento Participativo.

Fazer com que o Educador Social compreenda que o planejamento deve ser discutido entre os Educadores e por todos os envolvidos no processo educativo quer seja família, escola ou comunidade.

Refletir com os educandos, que somente o planejamento participativo será capaz de promover a construção de projetos que atendam, de fato, às necessidades do Programa.
(Professor Carlinhos Martine)

Segunda-Feira, 12 de Setembro de 2011.

EDUCADOR SOCIAL: Evonir Vidotte.

Elaboração do planejamento de todos os trabalhos que serão realizados durante a semana, Trabalho este que se inclinara no Bem estar de nosso Educandos, esse trabalho é debatido entre todos os envolvidos no processo educativo. Esse planejamento participativo tem como objetivo contemplar o pleno desenvolvimento da cidadania entre os educandos. Através do mesmo buscaremos o conteúdo a ser aplicado Fielmente durante toda a semana.

Planejamento Participativo:

Pressupõe distanciar-se da pratica do trabalhar para, para aventurar-se na pratica desafiante de trabalhar com...

Educandos atendidos 100
Educadores 07
OBS:

Evonir Vidotte - Educadora

Carlos Cezar Martine - Coordenador – Diretor

Planejamento Anual - 2011.

Educadora: Caroline Pilati.

Conteúdo: Informática.

Concepção da Oficina de Informática.

Nós do Projeto PIÁ - AABB Comunidade, pensamos na Informática como um recurso pedagógico que propicia um aumento na eficiência e na qualidade do ensino é, antes de mais nada, incluí-la na realidade da educação de seus Educandos e Educadores, enfim, procurar identificar formas de seu uso que constituam respostas para os problemas de nossa Educação.

Metodologia.

As habilidades e conceitos que serão trabalhadas Aqui na AABB Comunidade Projeto Piá junto aos educandos durante o desenvolvimento desse projeto ao longo do ano letivo aqui descrito, referem-se a informática em sua forma mais simples - a informática técnica ou de treinamento. Tais habilidades técnicas são conseqüências do trabalho desenvolvido pela vinculação dos educadores ao processo e não se constituem nossa maior preocupação, pois queremos formar pessoas críticas, criativas e coerentes e acima de tudo prepará-las para o futuro.

Objetivo geral ( Anual)

Implantar uma nova metodologia de uso dos recursos tecnológicos, através da Informática Educacional. Um instrumento que favorece o desenvolvimento da criatividade, da iniciativa e da interpretação do erro, gerando novas oportunidades de interação entre os educadores e os educandos . A AABB Comunidade Projeto piá auxilia os educadores no desenvolvimento de estratégias de ensino para a utilização adequada e disciplinada dos recursos tecnológicos; ensinar o educando a buscar e administrar seu conhecimento através da aprendizagem cooperativa.

Conteúdo.

Turmas 3 e 4.

* Teorias referente a história e a evolução do computador.

* Conhecer o Computador, desde ligar ao funcionamento de cada parte do mesmo.

* Paint (domínio do mouse com pinturas livres).

* Funções do teclado e seus segredos.

* Editor de texto. (Função das barras, textos.)

* Em aulas aleatórias, os computadores serão utilizados para jogos recreativos, e uso da Internet.

Turmas 1 e 2.

* Teorias referente a história e a evolução do computador.

* Conhecer o Computador, desde ligar ao funcionamento de cada parte do mesmo.

* Funções do teclado e seus segredos.

* Editor de texto. (Função das barras, textos, Ofícios requerimentos, contratos, Atas, forma correta de digitação).

* Editor de Planilha (Função das barras, Planilhas, tabelas).

* Em aulas aleatórias, os computadores serão utilizados para jogos recreativos, e uso da Internet.

Planejamento Participativo.

Fazer com que o Educador Social compreenda que o planejamento deve ser discutido entre os Educadores e por todos os envolvidos no processo educativo quer seja família, escola ou comunidade.

Refletir com os educandos, que somente o planejamento participativo será capaz de promover a construção de projetos que atendam, de fato, às necessidades do Programa.

(Professor Carlinhos Martine)

Segunda-Feira 03 de Outubro de 2011.

EDUCADOR SOCIAL: Caroline Pilati.

Elaboração do planejamento de todos os trabalhos que serão realizados durante a semana, Trabalho este que se inclinara no entorno da ECO HOUSE, A casa Ecologicamente correta , feita com material Reciclável, esse trabalho é debatido entre todos os envolvidos no processo educativo. Esse planejamento participativo tem como objetivo contemplar o pleno desenvolvimento da cidadania entre os educandos. Através do mesmo buscaremos o conteúdo a ser aplicado Fielmente durante toda a semana.

Planejamento Participativo:

Pressupõe distanciar-se da pratica do trabalhar para, para aventurar-se na pratica desafiante de trabalhar com...

Educandos atendidos 100
Educadores 07
OBS:

Caroline Pilati - Educadora

Carlos Cezar Martine - Coordenador - Diretor

Planejamento Anual - 2011.

Educador: Julio Cesar da Rocha.

Conteúdo: Artesanato em jornal.

Concepção da Oficina de Artesanato em jornal.

Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora. Para compreendermos a reciclagem é importante "reciclarmos" por isso o conceito que nós do Projeto Piá - AABB Comonidade temos de lixo, é deixar de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. Grande parte dos materiais que vão para o lixo podem (e deveriam) ser reciclados. A Reciclagem é uma alternativa para amenizar o problema, porém, é necessário o engajamento da Sociedade para realizar esta ação. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza.

Objetivo geral ( Anual)

Possibilita o contato e a exploração de diferentes materiais e técnicas básicas, trabalhando a coordenação motora e o esquema corporal através das atividades propostas, tendo como ponto de partida o lúdico e o prazer das descobertas.

Metodologia.

O processo de transformação do lixo em arte se dá especialmente por meio de captação do inutilizável transformando o mesmo em arte. O Educador social vem a auxiliar através de técnicas pedagógicas e facilitando no desenvolvimento das atividades propostas, sendo assim o educando ira intencionalmente através das técnicas desenvolvidas criar, brincar, sentir, pensar e transformar a natureza em uma obra de arte.

Conteúdo.

Turmas 3 e 4.

* Aulas Teóricas, enfatizando a importância de reciclar.

* Transformar os jornais em Canudos, (início dos trabalhos)

* Tranças

* Montagem

* Pintura

* Iniciar o Projeto ECO HOUSER (A Casa Ecológica, montagem da estrutura da casa com trançados de jornal, flores de litros pet e caixas de leite).

* Dar continuidade ao projeto como objetivo principal, mas paralelamente confeccionar cestas e diversos outros trabalhos para exposições.

Material:

* Porta retrato

* Lixeiras

* Cestas de Natal e Páscoa

* Vasos

* Porta vinho

* Abajur

Capanema, 01 de Fevereiro de 2011.

Planejamento Participativo.

Fazer com que o Educador Social compreenda que o planejamento deve ser discutido entre os Educadores e por todos os envolvidos no processo educativo quer seja família, escola ou comunidade.

Refletir com os educandos, que somente o planejamento participativo será capaz de promover a construção de projetos que atendam, de fato, às necessidades do Programa.

(Professor Carlinhos Martine)

Segunda-Feira 14 de Março de 2011.

EDUCADOR SOCIAL: Julio Cesar da Rocha.

Elaboração do planejamento de todos os trabalhos que serão realizados durante a semana, Trabalho este que se inclinara no entorno da ECO HOUSE, A casa Ecologicamente correta , feita com material Reciclável, esse trabalho é debatido entre todos os envolvidos no processo educativo. Esse planejamento participativo tem como objetivo contemplar o pleno desenvolvimento da cidadania entre os educandos. Através do mesmo buscaremos o conteúdo a ser aplicado Fielmente durante toda a semana.

Planejamento Participativo:

Pressupõe distanciar-se da prática do trabalhar para, para aventurar-se na prática desafiante de trabalhar com...

Educandos atendidos 100
Educadores 07
OBS:

Julio Cesar da Rocha - Educador

Carlos Cezar Martine - Coordenador – Diretor

Planejamento Anual - 2011.

Educadora: Graciela Iara Fochesatto.

Concepção da disciplina de Educação Física.

A instrução, nº 11/2003 da SUED, a qual considera lei federal nº10.328 de 12/12/01 do conselho nacional de educação que define normas para a Educação Física, no seu artigo 26, parágrafo 3° dispõem que a educação física, integrada a proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, ajustando-se as condições da população escolar, sendo facultativo nos cursos noturnos.

De acordo com o RCN, o movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento da cultura humana. As crianças, desde que nascem, movimentam-se e apropriam-se do controle e da interação do seu próprio corpo com o mundo. Ao movimentar-se, elas expressam sentimentos, emoções e pensamentos, utilizando-se de gestos e posturas corporais.

Portanto, quanto mais rico e desafiador for esse ambiente, mais ele possibilitará ás crianças a ampliação de conhecimentos acerca de si mesma, das outras e do meio em que vivem.

O PROJETO PÍA - AABB Comunidade, juntamente com as turmas 1, 2, 3 e 4, se caracterizará pela valorização das experiências já vivenciada pelos educandos sendo lapidada pela vasta experiência do educador ajudando assim a criança a adquirir habilidades motoras e conceitos que irão aumentar a sua capacidade de agir de forma alegre e efetiva em todas as suas futuras experiências de vida que seja social, mental ou física.

Metodologia.

A Educação Física caracterizar-se-á como sendo o componente curricular a dar conta do movimento, cujo conteúdo será abordado como saber produzido e sistematizado na prática social dos homens ao longo de sua história. O entendimento da consciência corporal, que daí decorre, deve ultrapassar a simplificada idéia da questão anatômica e funcional do corpo humano; busca-se a compreensão das impressões que impregnam os corpos dos homens pelos aspectos sócio-culturais de diferentes momentos históricos e, a partir de então, possibilitando sua participação no processo de produção (intervenção) do seu tempo e de aquisição de novas impressões corporais, ou seja, na sua unidade indivisível.

É importante ressaltar que, embora aparentemente separados na apresentação deste planejamento, não entendemos que conteúdo e metodologia possam ser tratados isoladamente. A reciprocidade é tamanha, que sua compreensão é um dos marcos necessários ao processo educacional de transformação que almejamos.

Sendo assim a metodologia a ser adotada para com os alunos do Projeto PIÁ - AABB COMUNIDADE, durante as aulas de educação física deverá em primeiro lugar permitir ao aluno descobrir, explorar, brincar e ampliar as suas habilidades motoras (fina e ampla), agilidade coordenação corporal, noção espacial e equilíbrio entre outras habilidades.

Objetivo geral ( Anual)

O compromisso com os educandos do Projeto PIÁ - AABB COMUNIDADE, é possibilitar nas aulas de Educação Física diversas experiências corporais para as quais serão provocados. Ao serem ajudados pelo educador ou até mesmo pelos próprios colegas, acabam por descobrir novas formas de aprendizagem. Através do meio e experiências lúdicas naturalmente provocadas no educando sendo assim a Educação Física que se utiliza do movimento como ferramenta pedagógica é um ambiente propício para a ampliação das aprendizagens.

Considera-se que aprender a levar a atividade física como um comportamento pessoal para o resto da vida significa compreender que isso só é possível mediante experiências satisfatórias com exercícios físicos e os jogos. Os educandos devem ser provocados e exercitados a entenderem que somente podem vencer quando estiverem divertindo-se. A vitória não pode ser a condição para o divertimento. Caso o for, as atividades não são lúdicas. O divertimento deve estar presente no jogo e não no seu final (FALKENBACH, 2002).

Conteúdos:

Turmas 3 e 4.

* Iniciação esportiva

* Fundamentos do Futsal

* Fundamentos do Futebol

* Fundamentos do Voleibol

* Tênis de mesa

* Fundamentos do xadrez

* Tênis de quadra

* Natação
a) Iniciação a natação
b) Coordenação de pernas e braços
c) Flutuação
d) Apneia
e) Iniciação ao nado crawl
f) Técnicas lúdicas objetivando o nado
g) Higiene pessoal

* Jogos recreativos (com ou sem regras)
a) Caçador
b) Estafeta
c) Gincana
d) Corridas de revezamento
e) Bets
f) Arremessos
g) Quebra cabeça
h) Cantigas de roda
i) Construção de jogos
1- Coordenação fina
2- Coordenação ampla (Corpo todo buscando harmonia e controle de movimentos amplos)
- Equilíbrio
- Lateralidade
- Organização espacial

* Jogos simbólicos
a) Descontração
b) Dramatização (mímica)

* Dança
a) Ritmos do próprio corpo
b) Danças populares
c) Danças folclóricas
d) Rip-Rop
e) Danças modernas e contemporâneas
f) Danças infantis

* Apresentações e competições dos trabalhos realizados durante o ano letivo
a) Competição de natação
b) Jogos cooperativos xadrez e tênis de mesa
c) Jogos cooperativos ou competitivos de futebol suiço

Conteúdos:

Turmas 1 e 2.

* Aulas Teorias com atividades diversas sobre os conteúdos trabalhados

* Atividades esportivas

* Futsal

* Futebol

* Voleibol

* Tênis de mesa

* Fundamentos do xadrez, técnicas de jogadas de xadrez

* Tênis de quadra

* Natação
a) Cronometra-tempo
b) Viradas
c) Revezamentos
d) Saídas
e) Mergulho
f) Coordenação de pernas e braços
g) Flutuação
h) Apneia
i) Nado crawl
j) Nado costas
k) Preparação para competições
l) Higiene pessoal

* Jogos recreativos (com ou sem regras)
a) Caçador
b) Estafeta
c) Gincana
d) Corridas de revezamento
e) Bets
f) Arremessos
g) Quebra cabeça
h) Cantigas de roda
i) Construção de jogos
j) Coordenação fina
k) Coordenação ampla (Corpo todo buscando harmonia e controle de movimentos amplos)
1- Equilíbrio
2- Lateralidade
3- Organização espacial

* Jogos simbólicos
a) Descontração
b)Dramatização( mímica)

* Dança
a) Ritmos do próprio corpo
b) Danças populares
c) Danças folclóricas
d) Rip-Rop
e) Danças modernas e contemporâneas
f) Danças infantis

* Apresentações e competições dos trabalhos realizados durante o ano letivo
a) Competição de natação
b) Jogos cooperativos xadrez e tênis de mesa
c) Jogos cooperativos ou competitivos de futebol suíço

Capanema, 31 de janeiro de 2011.

Planejamento Participativo.

Fazer com que o Educador Social compreenda que o planejamento deve ser discutido entre os Educadores e por todos os envolvidos no processo educativo quer seja família, escola ou comunidade.

Refletir com os educandos, que somente o planejamento participativo será capaz de promover a construção de projetos que atendam, de fato, às necessidades do Programa.

(Professor Carlinhos Martine)

Segunda-Feira 08 de Fevereiro de 2011.

EDUCADOR SOCIAL: Graciela Iara Fochesatto.

Momento este de essencial importância para o educando, é através do planejamento que todos os trabalhos a serem desenvolvidos serão estudados e programados de acordo com a capacidade intelectual de cada educando respeitando suas limitações sendo assim envolvendo todos os educandos em aulas prazerosas e com qualidade. Sendo assim esse planejamento participativo vem como o objetivo de contemplar o pleno desenvolvimento da cidadania entre os educandos. Através do mesmo buscaremos o conteúdo a ser aplicado Fielmente durante toda a semana.

PLANEJAMENTO.

Turma 02 e Turma 01 - Terça-Feira, 08 de Fevereiro de 2011.

1º dia de Atividades

* Boas vindas – Os Educandos serão recebidos pelo diretor e Educadores

* Pastor – O Pastor Luiz proferirá algumas palavras de motivação e benção para o ano que se inicia.

* Prêmios – De forma descontraída o Diretor Carlos distribuirá prêmios pra os Educandos.

* Música - Intervalos com música ao vivo, (Paulo & Cesar).

* 5 Min. para cada Educador – O Educador fará sua apresentação e exposição, das metas para o ano.

Planejamento Participativo:

Pressupõe distanciar-se da prática do trabalhar para, para aventurar-se na prática desafiante de trabalhar com...

Educandos atendidos 100
Educadores 07
OBS:

Graciela Iara Fochestto - Educadora

Carlos Cezar Martine - Coordenador - Diretor

Planejamento Anual - 2011.

Educador: DANIEL ALEKSANDER WEIGHER.

Concepção da disciplina de Futebol.

Com o crescimento desordenado dos grandes centros, ocorreu um grande problema em nossa sociedade. Acabaram com as áreas de lazer, não só praças, bosque, jardins, mas também os campos de várzea. Esses campos, que eram verdadeiros celeiros de craques, onde em cada esquina, praça, rua ou bairro, existia uma equipe de futebol, onde as crianças desenvolviam as suas habilidades, sua técnica, suas capacidades física, psicológica e social.

Com a extinção desses campos, surge um novo segmento para a ocupação do espaço perdido por jovens e crianças: as escolinhas de futebol, espaços destinados a crianças e jovens, no intuito de preencher, de uma maneira educativa e recreativa, o vazio que ficou no processo educacional.

Tais escolinhas de futebol, sem duvida alguma, passaram a significar lucro, mas sem deixar de estabelecer os objetivos educacionais, culturais e físicos dos participantes. O ensinamento da prática do futebol nesses locais, desde a iniciação até a idade adulta, pode ser considerado um autêntico processo formativo, seguindo uma proposta pedagógica que atende de maneira efetivas as mais diversas faixas etárias, respeitando o aluno como um ser, e não tratando como um produto, ou um robô que estará sempre pronto a realizar as tarefas imposta pelo professor – ou como reprodutor das atividades utilizadas com jogadores profissionais.

Metodologia.

Nesta última crônica pedagógica sobre as bases metodológicas dos Jogos Desportivos Coletivos, vale ressaltar as idéias de Amândio Graça, em que um modelo para o ensino dos jogos coletivos deve, inicialmente, partir da simplificação do jogo formal em formas modificadas e adaptadas, criando-se um modo de integrar formas de exercitação e formas de jogo no transcorrer das aulas, as quais objetivam o ensino de todos os jogos coletivos (logo também para o desenvolvimento de uma metodologia de ensino do futebol).

Ou então, mais objetiva e especificamente nas palavras de Júlio Garganta: “As estratégias mais adequadas para ensinar o futebol passam pelo recurso a formas motivantes, implicando o praticante em situações problema que contenham os ingredientes fundamentais do jogo, ou seja, a bola, a oposição, a cooperação, a escolha e a finalização”.

Para tal tarefa é necessário a assunção de algumas condutas pedagógicas de modo a adequar as situações propostas à linguagem motora do praticante; dar menos importância às situações/exercícios, descontextualizadas e analíticas dos gestos técnicos; deve se levar ao praticante um jogo acessível, com regras simples, com menos jogadores e num espaço menor; o ensino nunca pode se resumir numa redução em escalas graduadas dos processos e concepções do jogo do adulto.

Já em seus estudos específicos sobre a metodologia de ensino do futebol, os professores Júlio Garganta e Jorge Pinto, apresentam suas propostas metodológicas para a efetivação do ensino do futebol, em que são determinadas as tarefas que os alunos/jogadores devem cumprir. Tarefas essas, de cunho individual e/ou coletivo, que visam à melhora das ações ofensivas e defensivas no jogo.

Inicialmente, eles dividem o processo em cinco fases, com objetivos distintos em cada fase, para as ações de ataque e defesa (destacadas em crônica anterior):

-Fase 1: construir a relação com a bola;

-Fase 2: construir a presença dos alvos;

-Fase 3: construir a presença do adversário;

-Fase 4: construir a presença dos colegas e adversários;

-Fase 5: desenvolver as noções de espaço e tempo.

Mas, vale ressaltar que a divisão do ensino em fases não deve provocar a divisão do jogo em elementos (o passe, a conclusão, o desarme...), e sim, organizar a estruturação de unidades funcionais e facilitar a assimilação para os alunos.

Para a construção das situações de ensino-aprendizagem, que são tematizadas pelas fases de ensino, além de partir da hierarquização dos requisitos para jogar, ou seja, aquilo que o aluno já sabe e o que é fundamental saber, estas situações devem adequar-se ao nível de desenvolvimento e envolvimento do praticante e às exigências do jogo de futebol.

Por isso, algumas variantes devem ser levadas em consideração, como: bola (peso e perímetro), gols (dimensão e posição), campo (comprimento e largura), número de jogadores (reduzidos, em situações de igualdade e desigualdade numéricas) e regras (limitar o toque na bola, impor tipos específicos de marcação - individual e zona -, banir o fora de jogo, entre outras).

Em síntese, nas palavras de Garganta e Pinto: “As posições por nós sustentadas conduzem à idéia de que, no ensino do futebol, deve propor-se ao principiante um jogo acessível, isto é, com regras ajustadas, com número de jogadores e espaço adequados, de modo a permitir a continuidade das ações, o domínio perceptivo do espaço, uma freqüente participação dos jogadores e variadas possibilidades de finalização”.

Finalizando, os autores procuram nos alertar para o fato de que a importância do futebol, do ponto de vista educativo, repousa na possibilidade do seu ensino viabilizar o desenvolvimento de distintas habilidades e capacidades. No entanto, através do aprendizado do futebol, entendido como fator cultural, pretende-se, resgatando os seus valores educativos, desenvolver o aluno enquanto ser total, ultrapassando os limites do domínio das habilidades e capacidades específicas exigidas pelo jogo coletivo de futebol.

Objetivo geral ( Anual)

O compromisso com os educandos do PROJETO PIÁ - AABB COMUNIDADE, é possibilitar nas aulas de futebol o aprendizado básico dos fundamentos iniciais do futebol. Ao serem ajudados pelo educador ou até mesmo pelos próprios colegas, acabam por descobrir novas formas de aprendizagem. Através do meio e experiências lúdicas naturalmente provocadas no educando sendo assim a Educação Física que se utiliza do movimento como ferramenta pedagógica é um ambiente propício para a ampliação das aprendizagens.

Considera-se que aprender a levar a atividade física como um comportamento pessoal para o resto da vida significa compreender que isso só é possível mediante experiências satisfatórias com exercícios físicos e os jogos. Os educandos devem ser provocados e exercitados a entenderem que somente podem vencer quando estiverem divertindo-se. A vitória não pode ser a condição para o divertimento. Caso o for, as atividades não são lúdicas. O divertimento deve estar presente no jogo e não no seu final (FALKENBACH, 2002).

Conteúdos:

Turmas 03 e 04.

* Iniciação, Preleção Regras

* Coordenação motora

* Preparo físico (Alongamento e Aquecimento)

* Domínio de bola

* Passe

* Domínio de bola (coxa)

* Domínio de bola (peito)

* Aperfeiçoamento do cabeceio

* Aperfeiçoamento do Chute.

* Aperfeiçoamento do ataque contra defesa

* Aperfeiçoamento de faltas

* Aperfeiçoamento dos cruzamentos

* Aperfeiçoamento dos escanteios

* Aperfeiçoamento do Passe nos dois toques

Coletivo

* Alongamento final

* Higiene pessoal

Capanema, 31 de janeiro de 2011.

Grade Anual 2011.

PROFESSOR
2ª feira
3ª feira
4ª Feira
5ª Feira
6ª Feira
Horário
Carlos
Direção
Gravação
Jovem do
Futuro
AABB
Atividades do
programa e
caça talentos
07h 30.
Graciela
Planejar
a semana
Natação
Turma 1
Turma 2
Natação
Turma 3
Turma 4
Esporte
Dança
Turma 2
Evonir
Planejar
a semana
Bordado
Turma 3
Turma 4
Bordado
Turma 1
Turma 2
Tear
Turma 3
Turma 4
Paulo
Planejar
a semana
Violão
Turma 4
Turma 3
Violão
Turma 2
Turma 1
Cidadania
Impostos
Turma 4
Turma 3
Júlio
Planejar
a semana
Artesanato
Turma 2
Turma 1
Artesanato
Turma 4
Turma 3
Daniel
Secretário
Esportes
Turma 4
Turma 3
Esporte
Alunos
Tancredo
Keila
Merendeira
e servente
sede
sede
sede
sede
Noeli
Merendeira
e servente
AABB
AABB
AABB
17h 30.
João
Estufa
Turma 1
Jardinagem
Caroline
Planejar
a semana
Informática
Turma 2
Informática
Turma 3
Turma 4

HORÁRIO DE TRABALHO:

MANHÃ.

CAFÉ 7h 45
ABERTURA 7h 55
LEITURA 8h 00
1º CURSO 8h 30
RECREIO 9h 50
2º CURSO 10h 10
SAÍDA 11h 30

TARDE.

ABERTURA 13h 30
LEITURA 13h 35
1º CURSO 14h 05
RECREIO 15h 20
2º CURSO 15h 40
TÉRMINO DO CURSO 17h 00
SAÍDA 17h 30

“ Ninguém educa ninguém; Ninguém se educa sozinho; Educar é um ato de amor; É um ato de comunhão entre os homens.’

Paulo Freire.

Professor Carlos Cezar Martine.

Diretor e coordenador do PROJETO PIÁ – AABB Comunidade

Webmaster: Vander M. Lunkes.
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